Muitas emoções

12 07 2007

Esta hora da noite, estou trabalhando, e recebo um torpedo no celular. Conferindo a mensagem, percebi ser o aviso de recebimento de um foto torpedo! Ó!

Como meu celular é pobre e não recebe essas paradas, entrei no site da Vivo a fim de achar um meio de ver a foto que, imaginei, meu namorado teria mandado. Imaginei isso porque só ele me manda fotinhos. E acertei.
Depois de hoooooras procurando o que fazer para ver a minha foto, consegui visualizá-la.

Vejam.

Romântico, não?

Na impossibilidade de mandar um torpedo em resposta, porque meu celular está bloqueado – ao contrário do que eu achava, não paguei a conta -, resolvi compartilhar este momento de emoção.

Obrigada.

Bom, pelo menos ele tirou a foto JUNTO com a dita dessa vez.

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Meu primeiro meio dia de trabalho

12 07 2007

Cheguei às 14h, como combinado – devido a um fechamento na parte da manhã. Fui apresentada ao departamento todo, a todas as pessoas de quem eu não lembro o nome, ao lugar onde eu vou trabalhar, ao projeto, às informações, às formalidades…
Depois, sozinha, fui até a máquina de café, tomei um expresso e voltei à minha mesa. Estudei o projeto gráfico, achei os caminhos que devo seguir, tirei algumas dúvidas.
Às 18h20, desliguei o meu computador, fui até a máquina de café, tomei um chocolate quente sem queimar a língua, dirigi-me tranqüilamente ao metrô, entrei no vagão vazio, sentei, fiz baldeação pra um vagão já não tão vazio, mas sem aperto. Cheguei em casa às 19h.

Acho que posso viver assim…





11 07 2007

Um dia que começou com a calça rasgada na saída (atradadíssima) de casa, só poderia ter seqüência com uma caixa de papéis caindo em cima do meu dedo infeccionado, e terminar com duas horas de trânsito pra chegar no dentista, mais uma hora com a boca aberta tratando uma cárie, um pouco mais pra fazer a manutenção do aparelho e vinte minutos esperando o ônibus pra voltar pra casa, onde eu cheguei às 22h30.

Uma bênção…





Então, né…

5 07 2007

No começo do ano, eu fui chamada pro processo seletivo de uma grande editora. Um processo seletivo marmota, com gente estúpida. Uma dinâmica de grupo me mostrou como as pessoas ali reunidas eram idiotas. Dias depois da dinâmica, fui chamada pra entrevista. Apenas quatro dos 16 candidatos passariam por aquela entrevista. Dois seriam contratados. Eu não fui um deles.
Fiquei mal. Muito mal. Não era possível que tivessem contratados dois retardados daqueles.
Mas, ok, problema deles. Desencanei.

Depois de dois meses, fui chamada novamente na mesma editora fodona, em outro departamento.
Eu tinha sido recomendada pelo diretor que me entrevistou da primeira vez. “Er… hein?”, foi o que eu pensei quando o rapaz me disse isso.
Pô, se o cara me indicou, por que não me contratou de uma vez, caralho? Não, eu não perguntei isso. Só pensei.
Dessa vez, fiquei empolgadíssima porque tinha certeza que seria contratada. Certeza que me foi passada pelo próprio rapaz que me entrevistou. Certeza errada. Não fui contratada. Pior, tive a impressão de ter sido gongada por um motivo escroto. Fiquei ainda pior que da primeira vez. Xinguei até a última geração do carinha. Foi mais difícil, mas desencanei.

Ontem, me ligaram de novo. Entrevista. De novo. Fui. Xingando. Meu, que palhaçada é essa?
Virou hobby me chamar pra entrevista nessa espelunca pra me dispensar depois? Acagá.
Chegando lá, descobri que tinha sido indicada por… adivinhem. O primeiro infeliz que me entrevistou. Asifudê, né?
Não acaba aí. Nããããão. Ele não só me indicou – e, dessa vez, pro departamento de arte – como também falou muito bem de mim.
Me chamaram lá meio que só pra me conhecer e saber quando eu posso começar. A vaga é minha, ponto. E dessa vez é de verdade.

HEIN???
Pois é.

Descobri na entrevista de hoje que o primeiro cara que me chamou lá – esse que me indica pra todo mundo – não me contratou, mas também não contratou ninguém (pelo menos foi o que eu entendi). Não, não foi praga minha. Tá, até poderia ser… mas a verdade é que deu uns rolos no projeto deles. Sei lá, alguma coisa assim.
O segundo estava certo pra me contratar, tinha realmente me adorado, mas apareceu um amigo que tava precisando muito de emprego… sabem como é. Sim, eu xinguei todas as gerações dele por engano. Vou lá me desculpar logo na minha primeira semana, que, no caso, é a próxima.

Bom, resumindo, tô bem na fita, gentem. \o/
Semana que vem. Muitas emoções.





Só pra não esquecer…

4 07 2007

Eu quero assistir Dogville e Simplesmente amor.





4 07 2007

Fui madrinha de um casamento no campo, ao meio-dia. Por milagre, achei um sapato que combina perfeitamente com o vestido – também milagre – roxo (sim, roxo). Um sapatinho claro, lacinho fofo, saltinho mínimo, o mais confortável do universo. Parece aquele sapato velho e acabado que você não joga fora por ser o mais confortável de todos os tempos. Só que esse é novo. E lindo. Nada pode ser mais perfeito.
Então, o que aconteceu?
A manicure acabou com o meu dedão do pé direito, mesmo eu pedindo pra não mexer naquele dedo por ele estar dolorido. Mas manicures adoram dar um jeitinho em dedos doloridos. E, aí, não tem sapato confortável que dê jeito.

Agora, quatro dias depois, meu dedão está do tamanho de uma bola de tênis, vermelho, doendo, purgando… ok, vou poupar os detalhes.

Daqui dez dias, eu sou madrinha de outro casamento. Dessa vez, o da minha irmã caçulinha. À noite. Igreja e festona. Nada de sapatinho baixinho e confortável. Mas talvez eu ainda tenha dedão até lá.