É o seguinte:

30 11 2006

Vocês sabem o Big Blogger Brasil?
Não? Então, não interessa. Eu também não conheço.

O que interessa é que vocês têm que entrar nessa comunidade e votar na Gabi.
Vão.
Cliquem aí, entrem na comunidade, escrevam GABI no tópico VOTAÇÃO FINAL e depois podem sair da comunidade.

É assim: a Gabi é gente boa, escreve bem, alegra as nossas vidinhas, tá desempregada, triste e tal. Se ela ganhar essa birosca, leva um iPod e pode ficar feliz, quem sabe vendê-lo e ficar menos pobre.

Mas tem que ser até amanhã. Então, vão.
E quem puder divulgar isso, eu agradeço. Na verdade, quem agradece é a Gabi.

Vão.

E, não, eu não tô ganhando nada com isso.

VÃO!

Esqueçam. Essa merda virou um barraco.
Não tenho paciência pra essas coisas.

Anúncios




Trabalhando, de repente…

23 11 2006

Milhões de vaga-lumes coloridos rodopiam em movimento ascendente no canto da minha vista.
São Paulo. Quatro e trinta e seis da tarde. Vaga-lumes coloridos.

Hm… Acho que eu não tô bem.





Escoteiros

16 11 2006

Sempre achei que eles fizessem parte do folclore. Sei lá, pra mim, escoteiros eram uma alucinação coletiva, ou alguma coisa do tipo que assusta de tão bizarra, sabe?. Mas, não, eles existem. E como são chatos!

Desde a semana passada, eu trabalho com um escoteiro. Carioca. Com o pior dos sotaques. E ele é chato demais.
Ele é solícito. O mais solícito. Só ele quer ser solícito no mundo todo.
Ele tem cabelo tigelinha. Comprido. E franja.
Ele fala das crianças que ele cuida (ensina, brinca, tutela, come, sei lá…). O tempo todo. Só disso.
Ele fala. Muito. O dia inteiro.
Ele está a um passo de mim. Oito horas por dia. Cinco dias por semana.

Folclore por folclore, podiam ter contratado a Mula-sem-cabeça. Pelo menos ela não fala.

Update:
Ele fala ao celular no viva-voz. Numa sala onde mais quatro pessoas estão trabalhando. Diz bye bye quando desliga.
Ele diz que vai “papá” quando sai pra almoçar. Todo dia.





13 11 2006

Vocês, meninas, gostam de coisas lindas? E de bolsas? E de bolsas lindas?
Então cliquem no link da La Reina Madre que eu pus ali do lado e babem.

E olha que eu não gosto de bolsa… mas, dessas, é impossível não gostar.

Além de fazer coisas lindas, a Denize ainda é uma fofa.





Sabedoria popular

6 11 2006

Ontem, meu namorado-lindo-da-minha-vida, tentando me tranqüilizar a respeito de coisas que não vêm ao caso, me contou uma historinha que sua santa avó costumava contar.
Dizia, dona Donata, que todas as pessoas têm uma estrela, e todas elas brilham. Quanto mais sua estrela brilha, mais sucesso você tem na vida.
Então, você pergunta, por que tem gente rica e gente pobre? Pobre não tem estrela? Estrela de pobre não brilha?
Sim, pobre tem estrela, eu respondo – aliás, dona Donata responderia –, e ela brilha. A diferença entre o rico e o pobre é que o primeiro tem sua estrela na testa, o brilho fica mais evidente, fazendo com que o sucesso seja mais fácil; o segundo tem sua estrela no cu, quando senta, impede que ela brilhe.

Uma história inspiradora.

Hoje, conversando sobre coisas que não vêm ao caso, chegamos à seguinte questão: pobre que dá o cu, a estrela entra?
Nesse caso, o pobre está arruinado de vez?
Seria melhor dar muito o cu, a fim da estrela subir e sair pela boca, pra que aumente a chance de obter sucesso na vida?

O que será que diria dona Donata?





Inferno astral

6 11 2006

Quase-trinta, aqui vou eu…