Na minha opinião…

24 10 2006

Gente burra não devia ter e-mail.
Aliás, gente burra não devia ter acesso à internet.
Aliás, gente burra não devia ter contato com o mundo de forma alguma.





Nota mental:

19 10 2006

Amizade no trabalho não dá certo. Principalmente com o seu chefe.





Isto posto,

6 10 2006

Uma salva de palmas pra Alê, minha cunhadgénha, que faz aniversário hoje.
\o/





6 10 2006

Fui convocada pelo Junior, que sabe que eu amo de paixão responder esse tipo de coisa, sob ameaça de aparecer na minha casa um coelho gigante com um tiro na cara – no melhor estilo Donnie Darko -, a escrever seis coisas a meu respeito.
Além disso, ele jurou nunca mais falar comigo se eu não respondesse.
Estou enrolando há uma semana pra escrever, mas agora que ele tem uma central do PCC na sua própria casa, não posso mais bobear.

Então, vamos lá:

1. Eu detesto salão de cabelereiro. Odeio ter que ir cortar o cabelo. Ninguém mexe nas minhas unhas a não ser eu mesma. Eu mesma faço as minhas sobrancelhas. Adio até os 48 do segundo tempo pra cortar o cabelo, e, quando vou, é correndo.
Salão de cabelereiro é o inferno na terra. Aliás, eu desteto qualquer lugar que junte muita mulher. Desteto mulheres em grupo. Mulher é um bicho chato demais, que tem frescura demais, fala demais, mente demais, fofoca demais e… ARGH!

2. Eu imagino coisas. Sim, eu imagino. As pessoas falam as coisas mais esquisitas, impossíveis, metafóricas e inexistentes e eu imagino a cena. Com detalhes. Em cores. Muitas cores. Adoro cores.
Minha imaginação é um grande desenho animado e eu me divirto muito com ela. Mas isso pode ser tornar bastante constrangedor quando eu desando a rir nas ocasiões mais impróprias. E eu desando a rir com certa freqüência.

3. Eu arranco pelinhas da boca. Espero a boca ficar bem seca, começar a rachar e arranco todas as pelinhas. Arrebento a boca toda, tiro sangue mesmo, e me xingo eternamente. Já tentei de tudo pra parar com essa asneira, mas não consigo. Também arranco pelinhas dos dedos se as unhas não estiverem feitas (na verdade, fazer as unhas é minha última tentativa de me curar desse mal). Isso é hereditário. Meu avô tinha esse hábito, minha mãe tem e eu herdei.

Faltam 3, né?
Hm…

4. Eu canso das pessoas. Elas têm prazo de validade. Uns mais curtos, outros mais longos.
Quando vence o prazo, preciso de férias da pessoa. Ficar longe, sem ver, falar, ouvir, saber notícias, nada.
Sei lá. Eu empapuço, sacomé?
Mas depois passa.

5. Eu como de tudo. Acho que a única coisa que eu não como é cebola crua.
Aqui em casa não tinha aquele negócio de não gosta dessa comida, faz uma outra especial. Fomos criados com a seguinte filosofia: o que tem pra comer é isso, se não quer isso, não vai comer. Até hoje eu como inclusive o que eu não gosto. E deixar comida no prato, Papai do Céu não gosta.
Eu como coisas que as pessoas consideram estranhas ou nojentas. E não como obrigada, como porque gosto.
ADORO língua, fígado, miolo, aquelas carnes da feijoada que todo mundo torce o nariz.
Não tenho dó dos bichinhos que estão no meu prato. Era um boizinho. Era um porquinho cor-de-rosa. Era um peixinho. Tá morto? É nóis!
Dito isso, manda ver o coelho do Donnie Darko que eu mando pro Junior fazer ao Borgonha e me convido pra comer, porque

6. Eu sou uma nulidade na cozinha, e não vou escolher ninguém pra responder saporra.





Eu tenho um pingüim!

5 10 2006

E ele RODA!

Lindo!
🙂