Só falta o dinheiro…

29 03 2006





COISAMAIZILINDADOMUNDOTODODAMINHAVIDA

18 03 2006

=)





18 03 2006

Sexta-feira que vem é a formatura da minha irmã. Colação de grau e baile do curso de veterinária. Foram cinco anos de muito estudo, sacrifício, churrasco e cerveja. Amém.
Agora acaba o estudo e o sacrifício, continuando apenas o churrasco e a cerveja.

Formatura significa desenterrar meu pretinho básico pra formaturas/casamentos. Ele é lindinho: mangas frufrunhadas (termo técnico) com laços, decote em V, brilho no decote, super acinturado, saia rodada. Lindo, lindo. Quando eu rodo com ele, a saia abre inteira. É super legal.
Como eu engordei um tantinho da última vez que usei, achei prudente provar com tempo hábil de arrumar outro, caso fosse necessário.
Depois do banho, um calor dos infernos, peguei o preto básico do guarda-roupa, tirei da capa e vesti. Sempre preciso de ajuda pra fechar o zíper que as pessoas insistem em pôr na costura embaixo do braço. Se você é uma mulher que mora sozinha e depende de altas baladas pra arrumar alguém disposto a morar com você um dia desses, você vai morrer morando sozinha, porque é impossível fechar esses vestidos sem ajuda. A não ser que você esteja disposta a sair no meio da noite, tocar a campainha do vizinho pra pedir ajuda pra fechar o zíper do vestido.
O zíper desse meu pretinho básico, além de estar muitíssimo bem localizado embaixo do braço, tem problemas. Ele nunca funcionou direito.
Com o pretinho já vestido, porém aberto, eu já derretendo de calor, recorri à minha irmã (não a formanda, a outra) pra ajudar:

– Bia, sobe o zíper aí, por favor.

Levanta o braço, sobe o zíper, emperra.

– Ih, emperrou.
– Faz uma forcinha que esse zíper é ruim mesmo.
– Não sobe, Ca.
– Então desce ele.
– Também não desce.
– Ai meu cu. Ô MÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃE

Encontrei a formanda no caminho.

– Vic, me ajuda aqui, por Deus.
– Engordou, hein, fia?
– ¬¬ O zíper tá com problema.
– Xi, não tá andando não.
– Faz força.
– Não sobe.
– Isso eu já sei. Desce ele que eu quero sair daqui.
– Também não desce.
– DÁUMJEITOOOOOOOOOOOOOOO
– Ah, ele pegou o tecido.
– Puta que pariu.
– Deixa. Eu vou dar um jeito de sair daqui.
– Deixa que eu te ajudo. Você dá uma abaixada, estica os braços e eu puxo.
– ¬¬ Deixa que eu saio sozinha.

Volto pro quarto e tento sair do vestido. Levanto o dito até a cintura e vou puxando pra cima. Eu já suava horrores. O vestido tem um forro tipo cetim, que, não sei se vocês sabem, GRUDA!
Pra ajudar, eu estou num período complicado do mês, período este em que eu incho toda. Fico, digamos assim, turbinada, se é que vocês me entendem. E como eu já mencionei, o vestido é extremamente acinturado. Com o zíper fechado, ele fica colado abaixo do busto. E como eu também já mencionei, o forro dele GRUDA. E eu já mencionei que estava um calor dos infernos?
Então, imaginem a situação.
Tentei de todas as formas sair daquela desgraça sozinha e, óbvio, não consegui.

– VICTÓRIAAAAAAAAAAAAAAAAAAA, VEM AQUI PELAMORDEDEUSSSSSSSSSSSSSSSSS!
– HUMPF!
– Meu, dá um jeito de me tirar daqui.
– Abaixa o tronco e estica os braços que eu vou puxar.
– Não vai sair.
– Deixa de ser pessimista.
– Tá, mas não vai sair.

Abaixa numa posição ridícula, levanta os braços, sua feito uma porca prenha, puxa e nada.

– Hum, não vai sair…
– NÃO ME DIGA!
– Mas só você quer ter peito também, né? Precisava tanto?
– ¬¬ Você tá tentando me ajudar?
– Péra, tcho tentar descer o zíper de novo.

Puxa, chacoalha, torce, pula e nada.

– Não desce essa porra.
– EUJÁSEI! ME TIRA DAQUIIIIIIIIIIIIIIII!
– Calma, Ca. Não adianta ficar nervosa.
– PELAMORDEDEUS!
– Tcho ver o zíper de novo.

Levanta o braço e reza. Suando. Ficando sem ar.

– Putz, o zíper zoou de vez. Tá quebrado.
– Corta ele fora.
– AHN?
– CORTA ESSA BOSTA FORA LOGOOOOOOOOOOOOO. EU TÔ PASSANDO MAL.
– Tá, calma.

Corta um pedaço do zíper. Suando. O vestido grudado. O quarto começa a rodar.

– Tenta agora. Abaixa que eu puxo.

Nada.
Corta mais.

– Abaixa.

Puxa. Nada. Sem ar nenhum.

– Eu vou morrer, Vic.
– Calma.
– Corta tudo fora esse zíper desgraçado.
– Mas vai estragar tudo?
– Comassim VAI estragar???
– Tá, tá, tá… Vê agora. Eu cortei tudo. Se você não sair daí agora, se mata.

ENFIM, LIVRE!

– Cara, pensei que eu fosse morrer dentro desse vestido.
– Ah, é um belo vestido pra ser enterrada.





Antes que aquele que faz gato descer de ré goela abaixo quebre tudo por aqui:

17 03 2006

Tô trabalhando feito uma camela, pessoas. Até tarde na editora e depois fazendo freela em casa.
Sinto muito, mas por enquanto não teremos posts.
Talvez semana que vem, se o freela novo não sair.





Daqui a pouco é abril e a semana ainda não acabou

10 03 2006

Pelamordedeus, que negóço é esse?





9 03 2006

Eu nunca fui muuuuuuuuito chegada em frutas. Nunca foi uma coisa “ômopai, como é bom”. Aliás, sempre foi uma coisa que me falaram pra mudar, porque eu tenho um certo problema com o banheiro, sabe? Eu não frequento muito esse recinto. Quer dizer, não frequento muito o banheiro pra usar o vaso sanitário. Não que ele tenha feito alguma coisa pra mim, nós até nos damos bem. Olha! Vai ver que é esse o problema. Minha relação com o vaso sanitário é legal, então eu fico com dó de… bem, vocês sabem…
Hum… alguém aí conhece um terapeuta intestinal? Meu intestino precisa se livrar desse apego.

Mas eu tava falando de fruta e não de cocô.
Voltemos.
Eu até como as frutinhas todas se elas estiverem ali paradinhas e eu aqui sem fazer nada. Mas nunca foi uma coisa assim de “ai meu deus, eu preciso de uma pêra”. Pêra, por exemplo, é uma fruta que eu não vejo a menor graça – mesmo parecendo uma – a não ser pelo fato dela ser amarela – não, eu não sou amarela. Eu curto amarelo.
Frutas. Na verdade, eu gosto de fruta. Gosto mesmo. Sou tarada por manga. Comer manga junto com a comida é uma coisa que me deixa deveras feliz. Uma delícia. Uva. Adoro uva. Pêssego! NHAM! Caqui! Jesus, como caqui é bom. Dos mais durinhos aos mais molinhos. Não tenho preconceitos.
Ok, vamos abrir o jogo? Eu gosto muito de frutas. Mas eu tenho um problema. Preciso contar uma coisa que vocês não sabem. Na verdade, poucas pessoas sabem. É uma coisa que eu disfarço muito bem. Vai causar um choque, eu sei, mas preciso contar. Só assim vocês vão entender porque eu nunca fui muito de comer frutas.
Preparados?
Então… É que eu sou um tantinho preguiçosa, sabem?

Sim, sim, eu não como frutas por preguiça, minha gente.
Ah, vá! Não me olhem com essa cara. A maioria das frutas tem que ser lavada, descascada, picada, cortada, esfarelada, esmagocetada e outros tantos adas que só que pensar me dá uma preguiiiiiiiiiiiça. A gente tem quase que encerar e polir os bichos, pô.
Eu sei, é o cúmulo do absurdo. Mas é a verdade e eu sei sempre fui assim preguiçosa.
O que? Vocês não acreditam? É, eu sei. É difícil acreditar…
Eu mesma, às vezes, me surpreendo com isso. Fico pensando como fui adquirir esse desvio de comportamento. Será que tem alguma coisa a ver com o vaso sanitário também? Mas como o vaso sanitário poderia influenciar tanto a minha personalidade a ponto de me tornar uma pessoa preguiçosa? Alguma outra parte do meu corpo estaria tão ligada assim ao vaso sanitário? NÃO RESPONDAM! HUMPF!

O fato é que de uns dias pra cá tenho tido uma vontade incontrolável de comer frutas. Muitas frutas. Todas elas. De todas as coras. De todos os tamanhos. É uma coisa inexplicável.
Hoje eu vi uma goiaba e pensei: eu preciso dessa goiaba!
Vocês entendem? Eu realmente PRECISAVA da goiaba.
Fui lá, lavei, cortei a cabeça e o rabo, parti em quatro e comi a goiaba. E aquela foi a melhor goiaba de toda a minha vida, mesmo tendo quase arrancado o meu bréguete pela terceira vez em um mês com ela (não, eu não arranquei o bréguete comendo essa mesma goiaba durante todo o mês. Ele caiu quando eu tava comendo outras coisas. Eu quis dizer que a goiaba seria a culpada só dessa vez, se o bréguete tivesse caído, mas ele nem caiu. E essa foi a única opotunidade que eu vi de escrever um parêntese grande. Eu gosto de parênteses grandes)
Uvas. Comi um milhão de uvas hoje. Foi quase só o que eu comi o dia inteiro.
Manga. Ontem eu comi uma manga verde. Percebem a situação? A manga estava verde, peguenta, grudenta e eu comi.
Só fui ficar um pouco mais tranquila quando vi uma pêra e uma maçã (outra fruta que eu nunca vi graça – mesmo estando a meio caminho de me parecer com uma) dando sopa ali na fruteira e pensei “er… não”.
Acho que eu ainda tenho salvação.

E antes que os engraçadinhos comecem: eu não estou grávida.





Gods Outsourcing Incorporated!

7 03 2006

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