A sobremesa hoje era creme de baunilha com calda de morango.
Caprichei na calda de morango porque não sou besta nem nada.
Agora tem bastante calda de morango na minha roupa toda.
A sobremesa hoje era creme de baunilha com calda de morango.
Caprichei na calda de morango porque não sou besta nem nada.
Agora tem bastante calda de morango na minha roupa toda.
Compramos o sofá. De quebra, compramos o rack também. \o/
Nosso sofá é lindo, enoooorme, tem duas cores, uma chaise longue do tamanho de uma cama de casal e mais 4 lugares… e nós vamos morrer esperando 45 dias pra ele chegar.
De comprar sofá! \o/
Ontem tivemos uma das noites mais legais desde que casamos. Pelo menos pra mim.
Não, não teve sexo selvagem. Pervertidos.
Cheguei em casa, guardei as compras e, enquanto eu lavei e cortei os morangos, ele pôs a mesa e bateu uma mistura de leite, creme de leite e toddy pra comer com os morangos.
Jantamos conversando um monte de coisas. Antes dos morangos, ele foi testar o som que supostamente estava quebrado. Funcionou. Comemos morangos ao som de Chum Chim Chum. Dançamos um pouco na cozinha. Não lembro a música, mas era uma dessas músicas boas de dançar juntinho.
Fomos pros pufes. Deitei no colo dele, ganhei cafuné e ficamos só ouvindo música.
Depois que o frio tomou conta de um jeito insuportável, fui tomar banho e ele foi tentar gravar a primeira temporada de Heroes.
Fui ler um pouco na cama, na esperança de terminar logo de ler Ensaio sobre a cegueira pra podermos assistir logo o filme no cinema. Ouvi o som desligar na sala. Ele veio pro quarto e mergulhou na cama, literalmente. Ficamos – o casal funga-funga – algum tempo falando besteira e rindo até adormecermos aos pouquinhos.
Foi bom.
Update: claro que a versão dele é muito mais romântica.
Mas aqui tem!
A Dani postou! A DANI POSTOU! Corram lá. Não, não corram. Vão devagarinho, com calma, pra não assustar. Sejam gentis e educados.
Tentem, pelo menos.
Falar mais o que eu penso e sinto.
Mesmo não entrando no twitter desde que fiz meu cadastro e escrevi uma única mensagem, há 10 meses, tem gente que me adiciona naquela bagaça.
Aí que, de vez em quando, eu recebo uma mensagem no meu email “Fulaninho is now following you”.
Até eu lembrar que a mensagem quer dizer que alguém quer ler as mensagens que eu não escrevo no twitter, fico imaginando alguém disfarçado com sobretudo, chapéu, bigode postiço e óculos escuros, parado em frente ao meu trabalho, segurando um jornal aberto na frente do rosto, esperando eu sair pra ir atrás de mim. Chega até a dar um medinho. Então fico pensando porque alguém faria isso comigo. Tanta gente mais interessante pra seguir.
Logo depois eu lembro do twitter e fica tudo tão sem graça. Mas o pensamento continua o mesmo: por que alguém iria querer me adicionar sendo que eu não escrevo nada lá? Tanta gente mais interessante pra adicionar.
Tô quaaaaase começando a escrever mensagens nesse twiteer só pra essas pessoas que insistem em me seguir não ficarem decepcionadas.
Eu tô num momento bonzinho. Deve ser a gripe.
Faz 1h45 que eu tô com um arquivo aberto na minha frente e não consigo fazer nada com ele. Fico rolando a tela pra cima e pra baixo, vou pra internet procurar alguma coisa, volto pro arquivo, olho, rolo pra cima, procuro alguma coisa, olho pro original do meu lado, vou pegar um café…
Eu não tenho a menor vontade de trabalhar. Tô cansada. Não quero mais.
Preciso ficar rica. Logo.
Depois de quase três meses de casada (domingo faz três meses. ÓOOOUN!), descobri que eu cozinho bem pra caralho.
Não, a modéstia não veio hoje.
Aí que o meu marido resolve matar seu blog e as pessoas vêm aqui me cobrar explicações. Eu acho uma graça, viu. Como se eu tivesse mandado ele acabar com o bagulho.
Bom, o blog já voltou. Ele inventou uma desculpinha qualquer e todo mundo acreditou. Tão se achando OS espertões porque já sabiam que era mentira e tudo o mais, né?
Eu só tenho uma coisa a dizrer: ridículos! RIDÍCULOS! São todos uns ridículos.
Vocês acreditam em qualquer bobagem. Humpf.
Eu não ia falar nada, sabem? Mas agora isso me irritou e eu vou contar! Me segura que eu vou contar!
Acontece que desde aquela maldita aula de barbeado, ele não é mais o mesmo. Não sei, acho que ele perdeu muito sangue, faltou oxigênio no cérebro, ficou traumatizado, a lâmina que ele pisou demorou muito pra sair do pé, sei lá que porra aconteceu. Só sei que ele começou a ficar esquisito. Muito esquisito.
Tudo bem que ele nunca foi muito normal, sempre fez musiquinhas e tal. Mas as musiquinhas começaram a ficar mais bizarras. Ele passou a inventar dancinhas especiais pras musiquinhas bizarras, uma mais estranha que a outra. Mas até aí, não me preocupei tanto porque ele parecia bem, alegre e a fluoxetina parecia estar dando conta.
Comecei a me preocupar quando ele disse que estava ficando burro. Ele leu livros e mais livros que ensinam a escrever e dizia que não sabia mais escrever. Foi uma mistureba de trabalho que não era hobby e hobby que não era trabalho. Uma bagunça. Entrou em crise, se descabelou… er… tá, hm… deu um piti, não queria mais ir trabalhar, não queria mais escrever, não queria mais nem dormir. Isso, minha gente, é beeeem esquisito. Ele não queria mais nada.
Foi então que a coisa toda descambou. Um dia, cheguei em casa com algumas sacolas de compra, entrei direto na cozinha pra deixá-las em cima da mesa e quase deixei tudo cair quando vi aquilo. Meu marido, meu maridinho lindo, estava sentado em frente à geladeira aberta, só de cueca, com o cabelo todo falhado. Parecia saído da Febem. Ele tava com o olhar vidrado em alguma coisa lá dentro da geladeira.
Depois de um bom tempo tentando me comunicar, ou melhor, tentando fazer com que ele se comunicasse, ele disse: A LUZ!
Oi?
Pois, é. A luz. Ele cismou que viu a luz, viu a luz e viu a luz. Um inferno. Daí pra frente, só piorou: ele queria ficar o tempo todo olhando a luz da geladeira, não dormia, só comia o que A LUZ oferecia, nada podia ir ao fogo porque ficaria impuro, quando o cabelo começava a crescer ele fazia mais e mais falhas. Alguns dias depois, ele veio com a história que A LUZ tinha mandado ele acabar com o blog.
Meu, quem pode contra A LUZ? Vocês já tentaram argumentar com a luz da geladeira? Ela não responde. Acreditem. Eu tentei.
Ele matou o blog em nome da tal Verdade. A Verdade da LUZ.
Nesse dia, milagrosamente, a lâmpada da geladeira queimou. Eu nunca fiquei tão feliz em toda a minha vida. Ao mesmo tempo, me deu uma baita tristeza de ver o Marco perder a fé de novo. Ele raspou a cabeça, voltou pro trabalho, tem comido o que eu cozinho, dorme todas as noites e as musiquinhas tão mais normais.
Mas, por via das dúvidas, não vou trocar a lâmpada da geladeira.
Bobagens dos outros